domingo, 22 de abril de 2012

Utilizadores maisi intensivos de serviços on-line

Terceira idade acessa mais serviços on-line que jovens, revela estudo
SÃO PAULO - A terceira idade está à frente dos mais jovens quando o assunto envolve serviços on-line de notícias, bancos e sites ligados a viagens. De acordo com pesquisa do Instituto QualiBest, 78% dos homens e mulheres acima de 60 anos de idade acessam portais de notícias, contra 68% do público jovem. Já com relação aos sites de e-commerce, esta proporção fica em 72% para 60%, respectivamente.

A terceira idade também ultrapassa os jovens em relação ao acesso por banda larga. Segundo a pesquisa, 37% das pessoas com mais de 60 anos usam celulares com conexão de alta velocidade, contra apenas 29% dos jovens. Já em relação ao acesso por computadores, por meio de serviços convencionais de assinatura, a diferença é ainda maior: 93% dos mais velhos contam com este serviço, contra apenas 66% dos jovens.

Tempo conectados
Já quando se olha para o tempo conectado a internet, os mais velhos perdem para os usuário jovens. De acordo com a pesquisa, a diferença do tempo médio de navegação fica em torno dos 40 minutos – enquanto os jovens passam cerca de 4h49m conectados nos fins de semana e os mais velhos ficam on-line por cerca de 4h11m.

Nos jogos on-line, como era de se esperar, a predominância também é de jovens. Cerca de dois terços (65%) costumam jogar, contra apenas 43% dos representantes da terceira idade. A maior diferença está no tipo de jogo escolhido por cada perfil. Enquanto os jovens se envolvem com games mais “complexos” (RPG, jogos de guerra, vida digital, lutas etc.), os mais maduros preferem jogos originados no “mundo off-line”, sem a necessidade de interações com outros jogadores, como cartas e tabuleiro (pocker, tranca, truco, gamão, damas, xadrez etc).

Com relação às redes sociais, apenas 71% das pessoas com mais de 60 anos declararam acessar este tipo de canal, enquanto 91% dos jovens pesquisados são usuários ativos das redes.

Pesquisa
Para a pesquisa, o Instituto QualiBest utilizou 318 respostas de pessoas da terceira idade de todo o Brasil, incluindo homens e mulheres cadastrados no Painel QualiBest, das classes A, B e C.

A amostra de jovens incluiu 1.184 respostas de todo o Brasil, de homens e mulheres cadastrados no Painel QualiBest, com idade entre 18 e 24 anos de idade, das classes A, B, C e D.

Fonte: infomoney

Longa vida sexual

Há tempos manter uma vida sexual ativa na terceira idade era uma missão quase impossível. Entretanto, com o desenvolvimento de medicamentos mais eficientes, esse quadro tem mudado e nunca os representantaes da terceira idade estiveram fazendo tanto sexo como agora.
O médico urulogista Aquiles Henrique diz que a impotência sexual é um problema que acomete a maioria dos homens na terceira idade.

E a explicação é simples: assim que os anos passam há um desgaste natural do organismo como um todo, a produção do hormônio masculino é reduzida e os vasos sanguineos que irrigam os orgãos sexuais sofrem um estreitamento, levando assim menos sangue para realização de suas funções

É, portanto, para devolver ao organismo a capacidade sexual normal que os medicamentos são indicados.

"A ação desses remédios normaliza os níveis de hormônio masculino e promove o aumento no fluxo sanguineo dos orgãos sexuais", explica o médico.

"Assim, há uma melhor oxigenação dos tecidos e a relação sexual se torna possível", completa. A indicação é que esses remédios sejam tomados sessenta minutos antes da relação.

O urologista afirma que ainda há muitos vovôs que resistem a ida ao consultório médico a fim de tratar da impotência sexual.

Porém, ele revela que graças às campanhas educativas esse quadro tem sido alterado significativamente nos últimos anos.

É o que comprovam os números. De acordo com o Ministério da Saúde, 73,1% das pessoas com mais de 50 anos fazem sexo pelo menos uma vez por mês.

domingo, 8 de abril de 2012

DIFERENCIAÇÃO DOS IDOSOS

Diferenciação entre utentes dos lares de idosos é essencial, considera Villaverde Cabral
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O presidente do Instituto do Envelhecimento alertou, este sábado, para a necessidade de haver diferenciação entre os utentes dos lares de idosos, bem como atividades exteriores, para além de
formação dos profissionais e o controlo do idadismo.
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Um alerta deixado quando o Governo se prepara para anunciar que vai aumentar em cerca de 10 mil as vagas nos lares de idosos, passando de 60 para 120 o número de residentes em cada instituição e subindo o número de pessoas por quarto.
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Contactado pela Agência Lusa, Manuel Villaverde Cabral negou que estas medidas possam pôr em causa a dignidade humana de quem está institucionalizado e defendeu que o envelhecimento da população portuguesa exige mais lugares nos lares.
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Apontou que a dimensão dos lares e das instituições para idosos poderá não ser em si um problema desde que sejam resolvidas outras questões, nomeadamente a diferenciação entre quem é institucionalizado, já que não têm todos as mesmas necessidades e/ou os mesmos
problemas.
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"Eu vi em França instalações ótimas com muitas pessoas. Não é a dimensão em si, mas é a diferenciação. Não tratar as pessoas como se estivessem todas ali à espera de morrer", defendeu
Villaverde Cabral.
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Lembrou, por outro lado, a necessidade de formação entre quem trabalha com os mais idosos, salientando que a maior parte desses profissionais não tem a formação necessária para lidar com as pessoas mais idosas, o que leva a que aconteçam comportamentos que vão desde o tratamento ríspido ao paternalismo ou infantilização.
Fonte: JN