quinta-feira, 25 de abril de 2013

Convívio profissional de quatro gerações


CONFLITO DE GERACOES - NO TRABALHO

Quatro gerações muito diferentes convivem, atualmente, no mundo corporativo, o que pode ser um prato cheio para os problemas. Veteranos (nascidos antes de 1946), baby boomers (1946-1964), Geração X (1965-1979) e Geração Y ou millennials (1980-2000) cresceram em épocas diferentes, têm conjuntos de valores abrangentes e estilos de comunicação muitas vezes conflitantes. Será que por isso não conseguem trabalhar juntos? A americana Dana Brownlee, coach corporativa e presidente da empresa de desenvolvimento profissional Professionalism Matters, em entrevista à Forbes, apresentou dez dicas que podem facilitar a comunicação entre as diferentes gerações no trabalho.

Combinar formalidade e informalidade com a cultura da empresa 
Anos atrás, os locais de trabalho eram muito mais formais do que hoje em dia, diz Dana Brownlee. No entanto, a formalidade da velha escola e a informalidade da nova geração podem causar choques culturais. As gerações mais velhas muitas vezes acham que os jovens ultrapassam o limite, escrevendo e-mails para clientes e colegas de trabalho como se estivessem trocando mensagens de textos de seus celulares ou nas redes sociais, sem se preocupar em verificar a gramática e a ortografia. Segundo a coach, todos os funcionários deveriam reproduzir o grau de formalidade da cultura da empresa em suas comunicações. E, mais importante, ela recomenda que os gestores deixem bem claro quais são as regras a serem seguidas neste sentido.

Utilize vários meios de comunicação 
Enquanto profissionais veteranos e os baby boomers tendem a preferir falar cara a cara ou por telefone, os representantes das gerações X e Y são mais ligados aos meios de comunicação mais tecnológicos, como e-mails, mensagens instantâneas ou de texto, diz Dana. Se restringir a apenas um meio pode afastar alguém que tenha uma abordagem diferente. Por isso, diz ela, adapte-se a cada meio de comunicação e procure saber como o outro prefere se comunicar. Isso proporciona um equilíbrio melhor.

Individualize sua abordagem 
“A melhor maneira de se comunicar através das gerações é individualizar a sua abordagem e descobrir o que funciona com cada pessoa”, diz a coach. Ao invés de assumir que o seu jeito é o certo ou seguir estereótipos por idade, procure ter uma ideia de como as outras pessoas preferem se comunicar. Alguém para com frequência na sua mesa para conversar pessoalmente? Ou manda e-mails ao invés de retornar seu telefonema? Entenda o modo de comunicação preferido de cada um e procure se adaptar. Se não tiver certeza, pergunte.

Entenda as diferenças de valores
Valores fundamentais podem variar muito ao longo de gerações. Veteranos e baby boomers vivem em função do trabalho e sentem que precisam fazer o que for necessário para cumprir suas tarefas. Por outro lado, as gerações X e Y são mais propensas a buscar o equilíbrio entre o trabalho e os seus valores pessoais e estilo de vida. Assim, as gerações mais velhas geralmente veem os mais jovens como desleais, desinteressados e que não têm uma forte ética de trabalho. Já os jovens sentem que precisam cuidar de seus próprios interesses e estão menos dispostos a sacrificar suas vidas em prol da empresa. Compreender os diferentes conjuntos de valores pode ajudar que cada geração entenda melhor a outra, diz Brownlee.

Saiba como motivar cada geração 
Enquanto as gerações mais velhas tendem a ser motivadas pelo trabalho em si, os jovens muitas vezes procuram mais orientação, feedback e reconhecimento, diz Dana. Isso pode causar um mal-entendido crucial. Os trabalhadores mais velhos prensam que o grupo mais jovem é “carente” ou “dependente”', enquanto os trabalhadores mais jovens podem sentir-se “no escuro” ou desvalorizados. “A solução está em ambos os lados”, diz ela, acrescentando que os líderes precisam perceber o quão importante é esse reconhecimento, enquanto que as gerações mais jovens devem perceber que não vão ficar recebendo elogios a todo instante.

Esteja disposto a aprender 
Segundo a coach, as gerações mais velhas estão mais propensas a conectar-se e adaptar-se por estarem mais dispostas a aprender. “A maioria das pessoas tende a fugir do desconhecido. Em vez disso, abrace-o”, afirma. Ela aconselha que esses profissionais se conectem a uma rede social ou façam aulas de programação para ganhar mais contexto, ampliar sua visão e obter mais confiança em ferramentas nas quais não está familiarizado.

Esteja disposto a ensinar 
Cada geração pode aprender com o outra. Estenda a mão e ofereça ajuda. Os trabalhadores mais velhos podem compartilhar seu conhecimento e experiência no negócio. Os mais jovens, por sua vez, podem ensinar sobre cultura pop ou as novas tendências tecnológicas, por exemplo. É uma forma de aumentar o convívio e o respeito entre gerações.

Reconheça as diferenças 
“A tendência natural quando você se reúne com pessoas de diferentes gerações ao mesmo tempo é não falar sobre as diferenças”, diz Dana Brownlee. No entanto, evitar o assunto só fortalece a barreira entre gerações. A coach incentiva os trabalhadores a falar sobre as diferenças e discuti-las abertamente.

Não leve para o lado pessoal 
Ao invés de ficar excessivamente frustrado ou tomar as falhas de comunicação como um sinal de desrespeito, Brownlee aconselha que o profissional tenha em perspectiva os desafios de comunicação. Insista e tente se fazer ouvir.

Seja nítido, claro e conciso 
Faça uma ‘edição’ daquilo que vai falar. Inclua detalhes do que quer, mas procure manter o discurso curto. Foque no ponto mais importante logo no início da conversa.

Fonte: O Globo
Blog da Terceira Idade

Acidente Vascular Encefálico


AVE: Acidente Vascular Encefálico
Conheça um pouco sobre este problema de saúde mundial, que pode causar prejuízos na visão e na fala, demência, fraqueza muscular e dificuldade para andar ou subir escadas


AVE, ou Acidente Vascular Encefálico – o encéfalo é a parte do sistema nervoso central, contida no crânio, que compreende o cérebro, o cerebelo e a medula alongada – é um problema de saúde mundial. Dentre as 35 milhões das mortes atribuídas às doenças crônicas que ocorreram em 2005, o AVE foi responsável por 5,7 milhões delas (16,6%), sendo que 87% ocorreram em países subdesenvolvidos.

Nos Estados Unidos, a incidência é de 700.000 casos por ano – 165.000 correspondem a óbitos – e os respectivos custos anuais chegam a 58 bilhões de dólares. Na América Latina, o AVE é causa permanente de morbidade e de mortalidade entre adultos. No Brasil, as taxas de mortalidade ajustadas à idade para o AVE estão entre as maiores em nove países da América Latina.

AVE – Acidente Vascular Encefálico

Os pacientes acometidos pela doença, também conhecida como AVC (Acidente Vascular Cerebral), podem apresentar alterações sensitivas – como prejuízos na visão e na fala –, cognitivas – como demência– e motoras – como fraqueza muscular e dificuldade para andar, subir escadas ou cuidar-se. Há evidências de melhora na qualidade de vida de pacientes que desenvolveram paralisia de uma metade do corpo quando submetidos à fisioterapia.

O AVE é classificado como isquêmico (quando existe interrupção do fluxo sanguíneo encefálico) e como hemorrágico (quando ocorre rompimento de algum vaso que irriga o encéfalo), privando a área atingida de oxigênio e de nutrientes causando a sua morte, deixando sequelas que refletem a localização e o tamanho do AVE. Em geral, os AVEs isquêmicos são de 3 a 4 vezes mais frequentes que os hemorrágicos, compreendendo 70% a 80% de todos os AVEs.

Idade, sexo, etnia são os fatores não modificáveis que afetam a incidência dos AVEs. O determinante mais forte dos AVEs é a idade, seguida da hipertensão arterial sistêmica(HAS). O AVE é mais prevalente em pessoas do sexo masculino e em negros, naqueles com história pregressa de infarto, nos diabéticos, obesos, sedentários, tabagistas e etilistas.

Prevenção

A prevenção dos AVEs consiste na diminuição ou no controle dos fatores de riscopreconizando uma dieta alimentar pobre em sal e em gorduras, uma prática regular de exercícios físicos e uma diminuição ou abolição dos hábitos de fumar e de beber. Em relação aos problemas de saúde que aumentam o risco de AVE, como diabetes e HAS, cabe ao paciente controlar a sua doença, seja com os medicamentos prescritos por seus médicos seja por mudanças no hábito de vida.
Fonte: Portal da 3ª Idade-
Estudante de medicina da FAMEMA/Sociedade de Dor, é colunista convidado do Portal Terceira Idade

Alimente-se de forma a contrariar o Alzheimer


Cuidado nutricional pode minimizar progressão da Doença de Alzheimer
Uma dieta planejada pode reduzir a perda de peso devido ao esquecimento das refeições e prevenir deficiências nutricionais

A Doença de Alzheimer faz parte do grupo de doenças neurológicas que mais atinge a população idosa, com maior prevalência em mulheres. Trata-se de uma doença progressiva, insidiosa, neurodegenerativa irreversível, que acomete principalmente maiores de 65 anos.

Sabe-se que o déficit cognitivo da Doença de Alzheimer tem como base a deficiência do neurotransmissor Acetilcolina, que interfere nas funções cognitivas, assim trazendo a deterioração mental do paciente.

O diagnóstico é difícil, pois é fácil confundir com outros distúrbios neurológicos. Não há cura, porém existem estratégias para minimizar o avanço da doença através de instruções ao paciente e aos cuidadores.

Os sinais e sintomas são: perda de memória, esquecimentos, confusões, dificuldades de comunicação e irritabilidade. Surgem descuidos com a aparência e a rotina torna-se complicada de ser mantida. Além disso, a alimentação também fica prejudicada, sendo um aspecto que merece atenção.

O cuidado nutricional para com o paciente com Alzheimer tem como objetivo reduzir a perda de peso ou o ganho excessivo devido ao esquecimento das refeições, prevenir deficiências nutricionais e minimizar a progressão da doença.

Dessa forma, seguem, abaixo, algumas sugestões para uma dieta adequada para pacientes com Alzheimer:

- Bem fracionada, adequada em vitaminas e oligoelementos*, branda (alimentos mais bem cozidos), alta densidade calórica, rica em fibras e principalmente apetitosa;

- Diversificada;

- Fracionada em vários horários ao longo do dia;

- Com alimentos bem temperados, pois favorecem a aceitação do paciente;

- Assistida, acompanhando o paciente durante a refeição e auxiliando-o nas dificuldades de mastigação, por exemplo;

- Realizada em ambiente calmo para as refeições, sem distrações à mesa;

- Preparada com poucos utensílios, próprios para o paciente;

- Minimizar o uso de panelas de alumínio nas preparações (estudos sugerem que o alumínio possa ter alguma associação com o desenvolvimento da doença).

É importante ressaltar que uma orientação completa deve ser feita pelo nutricionista que irá orientar o paciente conforme o estágio da doença. Os cuidadores devem se revezar para auxiliar o paciente, de forma que estejam sempre descansados e com paciência.

Fonte: Portal da 3ª Idade
Técnica em Nutrição e Dietética pelo Centro Paula Souza e estudante de Nutrição da Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Chegando bem à terceira idade


Saiba quais cuidados são importantes para ter uma saúde de ferro na terceira idade
Com o passar do tempo, as pessoas vão envelhecendo e, com isso, as chances de ter determinadas doenças aumentam bastante, principalmente as doenças cardiovasculares.
Por isso, alguns cuidados são essenciais para chegar bem à terceira idade. Confira aqui algumas dicas para sempre levar a vida de maneira bem saudável.
§  Não seja vítima de vícios, principalmente do cigarro, pois ele pode causar diversas doenças futuramente.
§  Praticar exercício é sempre importante. Nadar, pedalar, caminhar, correr… São muitas opções que trarão diversos benefícios a você. Basta escolher a sua preferida.
§  Faça exames regularmente para sempre se situar da condição de sua saúde. Por exemplo, é importantíssimo saber como estão os seus níveis de colesterol.
§  Mantenha-se sempre ativo intelectualmente através de leituras, pois isso ajuda a preservar a memória.
§  Outro fator essencial é a boa alimentação. Sempre coma alimentos saudáveis, como frutas, verduras e legumes, e evite comer frituras e doces em excesso. Uma má alimentação pode fazer com que você fique com o peso acima do ideal, o que pode trazer muitos problemas para a saúde no futuro.
Seguindo essas dicas desde cedo, você chegará à terceira idade com muita saúde e felicidade!...
Fonte 5ásec

AULAS DE PROFESSORA DE INGLES DE 76 ANOS, FAZEM SUCESSO NA INTERNET


Aulas de professora de inglês de Florianópolis são sucesso na internet

Vídeos de Elisabeth Wagner, publicados desde 2011, atingem até 115,6 mil acessos no Youtube


Ao apertar o botão play, não se encontram animações de alta resolução, cenários elaborados ou avançadas técnicas de edição. Os vídeos de Elisabeth Wagner contam só com desenhos caseiros e instruções simples de professora. Para a surpresa de educadores adeptos aos recursos high tech, ela acumula 115,6 mil acessos em um único vídeo em que ensina inglês, postado na internet no ano passado.

As exposições da senhora de 76 anos comprovam que ainda há espaço para aulas tradicionais, amparadas em metodologia e didática. As produções realizadas em uma casa no Porto da Lagoa, em Florianópolis, têm a tecnologia apenas como uma forma de divulgação, sendo postadas no Youtube, e como um apoio, já que a tela do computador faz as vezes de uma lousa. 


As filmagens, feitas com o apoio da filha Juliana Malfitani, 49 anos, começaram há pouco mais de um ano. 

— Encontrei ex-alunos de São Paulo que pediram para eu dar aulas para filhos e netos deles. Como estou morando longe, pensei em colocar no Youtube — conta Elisabeth, que é natural do litoral paulista. 


A simplicidade do ambiente dos vídeos — não é raro ouvir um passarinho ao fundo — e das lições transmitidas na voz calma de Elisabeth parece não ser atrativo suficiente para tantos expectadores. Mas as explicações diretas levam à compreensão do idioma de forma rápida, o que é um dos principais motivos dos elogios do público. 

O método, para iniciantes no inglês, foi desenvolvido por ela na década de 1960, quando surgiu a possibilidade da família, que morava em São Paulo, se mudar para os Estados Unidos. Elisabeth precisaria fazer os filhos mais velhos, na época com cinco e seis anos, aprenderem a nova língua. Nessa tarefa, ajudou a experiência de viver em países da Europa desde criança, aprendendo com diferentes professores alemão, francês e latim, além do inglês. 

— Existem duas formas de ensinar: a complicada, que pode fazer com que eu me valorize, e a simples e objetiva, que vai fazer com que eles entendam em pouco tempo — reforça a professora. 

A família desistiu da viagem quando os pequenos já tinham compreendido o idioma. A técnica se tornou a forma de sustento dela e dos três filhos quando Elisabeth se divorciou e abriu uma escola de inglês e natação, ainda na Capital paulista. 

Professora planeja mais vídeos 





Há 14 anos, ao se aposentar, ela doou os materiais didáticos que tinha e mudou-se para Florianópolis. Mas a versão online das aulas faria ela refazer os instrumentos de ensino e se transformaria em uma missão em que ela pretende seguir. 

— Eu vivi no nazismo, no comunismo e mesmo assim pude trabalhar, estudar e construir uma vida. Agora, quero devolver tudo isso, retribuir — relata, emocionada.

História de vidaElisabeth desembarcou com pais e irmãos na Europa aos quatro anos, em 1935. Acompanhou o drama de países em guerra e lá desenvolveu o amor pela própria pátria. Quando retornou em 1952, foi em bom português que a especialista em idiomas pode dizer: "alívio". 




Fonte: Diario Catarinense / Foto: Charles Guerra - Agencia RBS
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2013/04/aulas-de-professora-de-ingles-de-florianopolis-sao-sucesso-na-internet-4111832.html