
Os mistérios inerentes às infecções têm sido desvendados desde que, no final do século XIX, Koch, Pasteur e outros microbiólogos descobriram a conexão existente entre bactérias e infecções.
Entretanto, apesar de haver uma compreensão ampliada a respeito das doenças infecciosas e do advento de programas para avaliar, prevenir, identificar e controlar suas ocorrências, as infecções hospitalares apresentam mais de dois milhões de casos ao ano.
A conseqüência é o aumento dos custos de saúde (ao redor de 2 bilhões de dólares nos Estados Unidos), o alongamento das permanências em hospitais, causando, direta ou indiretamente, a morte de 25.000 pacientes anualmente.
Nem todas as infecções hospitalares podem ser prevenidas. Por exemplo, pacientes que possuam imunodeficiências ou que recebam terapias imunodepressoras podem sucumbir às infecções hospitalares, apesar de todas as precauções. Entretanto, estudos mostram que aproximadamente 40.000 infecções poderiam ser evitadas anualmente seguindo-se estritamente os princípios de controle de infecções.
1. Lavagem das mãos
As mãos servem de veículo para quase todas as transferências de patogênicos potenciais entre pacientes, de um objeto contaminado para o paciente ou do pessoal do hospital para o paciente.
Assim, a lavagem das mãos representa um procedimento individual mais importante na prevenção de contágios.
Para proteger os pacientes contra as infecções hospitalares, a lavagem de mãos deve ser executada de forma rotineira e minuciosa.
De fato, mãos limpas e saudáveis com pele macia e lisa, unhas aparadas e sem anéis ou unhas postiças, minimizam os riscos de contaminação. Os microorganismos são mais dificilmente removidos de mãos ásperas ou gretadas.
Fonte: www.idosos.com.br
Entretanto, apesar de haver uma compreensão ampliada a respeito das doenças infecciosas e do advento de programas para avaliar, prevenir, identificar e controlar suas ocorrências, as infecções hospitalares apresentam mais de dois milhões de casos ao ano.
A conseqüência é o aumento dos custos de saúde (ao redor de 2 bilhões de dólares nos Estados Unidos), o alongamento das permanências em hospitais, causando, direta ou indiretamente, a morte de 25.000 pacientes anualmente.
Nem todas as infecções hospitalares podem ser prevenidas. Por exemplo, pacientes que possuam imunodeficiências ou que recebam terapias imunodepressoras podem sucumbir às infecções hospitalares, apesar de todas as precauções. Entretanto, estudos mostram que aproximadamente 40.000 infecções poderiam ser evitadas anualmente seguindo-se estritamente os princípios de controle de infecções.
1. Lavagem das mãos
As mãos servem de veículo para quase todas as transferências de patogênicos potenciais entre pacientes, de um objeto contaminado para o paciente ou do pessoal do hospital para o paciente.
Assim, a lavagem das mãos representa um procedimento individual mais importante na prevenção de contágios.
Para proteger os pacientes contra as infecções hospitalares, a lavagem de mãos deve ser executada de forma rotineira e minuciosa.
De fato, mãos limpas e saudáveis com pele macia e lisa, unhas aparadas e sem anéis ou unhas postiças, minimizam os riscos de contaminação. Os microorganismos são mais dificilmente removidos de mãos ásperas ou gretadas.
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